2.11.05

Ah! O amor!

Falar de amor monogâmico inspira grandes reflexões e o blog do Roberson me lembrou de uma antiga estória de família. Era um ditado passado de mãe para filha desde muito, muito tempo. Quem contou para mim foi minha mãe, mas sei que ela ouviu da minha bisa. Ela dizia o seguinte: “Casamento é como carrocinha chinesa, um puxa e o outro senta. Normalmente quem começa a puxar é o homem que, galantemente coloca a mulher na carrocinha. Mas, como é da natureza da mulher ser solidária, ela desce e passa a caminhar ao lado do seu homem. Até aí tudo bem! Mas, esteja alerta disso, existem alguns homens que rapidamente sobem na carrocinha e nunca mais descem.” Por isso, minha filha, nunca desça da carrocinha.”
Por muitos anos achei pitoresco e fora de contexto dos tempos atuais. Como não descer e andar junto ao seu companheiro? Afinal esses são outros tempos, tempos de partilhar. Mas hoje reconheço valores escondidos nas entrelinhas: Nunca desnudar todos os mistérios.
Beijos eternos para você Bisa Angelina!

5 comentários:

Denise Arcoverde disse...

Oi, Pat! fui partar no seu blog lá do blog do Roberson e gostei muito. Temos várias coisas em comum, a começar por eu também estar de bom humor por estar malhando muito, ultimamente :) também gosto do Buena Vista e no participei de um lançamento da campanha pra aprovação do microbicida aqui em Washington, e vibrei com o filme que mostraram, sem dúvida é um super avanço, uma revolução!

Um abraço!

Pat disse...

Denise, Já havia visitado seu blog, também por intermédio do blog do Roberson. Achei incrível seu trabalho e empenho pelo aleitamento materno. Parabéns!
pat

Roberson disse...

Tornei-me um agendador de encontros virutais. Tudo bem, tudo bem...
Ehehehehe!

Roberson disse...

corrigindo: virtuais.

Pat disse...

Roberson,
É por isso que blogs são um vício. Além de se deliciar com textos e idéias de toda gente, ainda abre as portas para muito mais. É irresistível ler um comentário e partar no blog da figura para descobrir todo um mundo novo. As pessoas são tão ricas e a gente nem sabia disso.