28.10.08

Hoje, meu dia será perfeito!


O Hoje é e será.
O ontem foi e tem sido.
Meu ontem é o que fiz dele.
Vejo-o na memória perfeito ou imperfeito.
Meu hoje é o que farei dele. E quero fazê-lo perfeito.
As coisas que tenho de fazer são as coisas que eu quero fazer.
Farei hoje aquilo que pertence ao hoje e não temerei pelo amanhã, tampouco terei arrependimentos por ontem.
Meu dia será pleno, não precisarei apressá-lo nem desperdiçá-lo.
Tenho o poder de construir o dia ou de destruí-lo.
Se destruo o dia, estarei construindo dez dias mais, quem sabe
dez vezes dez, para desfazer essa destruição.
Se construo o dia, te-lo-ei vivido para a Glória de Deus, no preenchimento daquela parte do Seu Propósito
que me cumpre preencher.

Walter Russel
Músico, Artista, Escultor, Arquiteto,
Escritor e filósofo americano

24.10.08

Para ser mais feliz!

Outro dia assisti um programa da Oprah com a autora do livro Comer, Rezar e Amar... Achei bem interessante. Ao final do programa, ela deu uma lista de 3 coisas para se fazer todo dia. Três atividades que levam à reflexão pessoal, típicas listas de descoberta interior...
Nunca fui de fazer esse tipo de coisa. Já tive vontade de anotar sonhos, mas nem isso fiz. Acho até que deveria, como boa fonte de material para criar personagens e histórias. Já acordei de madrugada com um enredo todo na cabeça, certa de que ERA UM EXCELENTE tema para livro. Lamento não ter anotado e depois esquecido...

Enfim, uma das atividades sugeridas por Elizabeth Gilbert, autora do livro, era escrever, todo dia, num caderno, o que a gente realmente quer... What do you really, really really want? Ela dizia que devemos dizer a palavra “realmente” três vezes para que se sinta a relevância da pergunta. Rsrsrs

Outra coisa era relatar, diariamente, o que aconteceu , ao fim do dia, capaz de nos deixar felizes. O que teria preenchido nossas almas e nos tornado plenos. Tenho ficado surpresa que são poucos os episódios, ao longo do dia, que me permitem afirmar: isso me fez feliz. Não que eu tenha uma vida infeliz, longe disso. Mas, ela anda meio indefinida e cheia de “obrigações” um tanto quanto, se graça.

Para ser mais objetiva, resolvi fazer as duas coisas pela manhã. Acredite, ou não, confesso estar achando legal e revelador... É claro que tem dia que esqueço, como hoje. Rsrsrsr

A terceira coisa que ela disse, eu não me lembro...
Aaaaah!

Talvez, depois de assistir ao filme Yes Man, eu tenha novas revelações.
Baseado no livro de Danny Wallace, “Yes Man” conta a história de Carl Allen ( Jim Carrey) um homem que se inscreve num programa de ajuda pessoal baseado num principio simples: Dizer Sim a tudo… e a todos. Ao libertar o poder do “Sim”, a sua vida transforma-se de uma forma inesperada, mas, como tudo na vida, com novas oportunidades, responsabilidades e consequencias. Promete...

13.10.08

Quem manda em você?


Hoje me deparei, assombrada, que é possível mandar nosso emocional enfiar a viola no saco e parar de nos perturbar tanto.

Já faz algumas semanas que estou com uma dor nas costas. Uma dor muscular que bem sei ser de origem emocional. Estresse... Tensão e angústia. Ansiedade... Algo tão “normal” hoje em dia.

Mas, foi só quando, mais um pequeno problema se juntou aos demais que tento resolver, é que me dei conta de como meu emocional joga duro comigo. Uma onda de ansiedade quis tomar conta de mim. Pânico? Talvez... De qualquer forma, meus pensamentos ansiosos faziam coro aos sentimentos e a coisa ia ficando cada vez pior até que dei um grito comigo mesma. (Ainda bem que estava sozinha!)

- Pare com isso...
- Assim você (meu emocional) só atrapalha...
- Vai bater um bolo!
- Sossega e pare de me fazer mal!

Me lembrei da minha professora de yoga. Diante disso a Caetana diria: “Não se identifique!”

Quanta sabedoria está contida nessa sentença!

Depois, me deparei com o meu mental procurando uma infinidade de argumentos para acalmar meu emocional, procurando produzir uma mudança de comportamento, do negativo ao positivo. (Ai! Quanta perda de tempo!)
Agora precisava dizer ao meu mental para parar com isso também. Será que meu preciso tomar uma atitude paternalista e ficar passando a mão na cabeça do emocional, dizendo que estava tudo bem... Tudo sob controle? Que saco!

Vamos ser francos... Que falta de objetividade!
Imagine a cena. Se fosse uma peça de teatro, seria a imagem de um “maluco” assumindo diversos papéis num monólogo alucinado.
Precisamos aprender a estar no controle de nós mesmos e deixar de nos levar por essa exaustiva gangorra emocional.

E o problema?
Nada que mereça sequer um comentário...
E a dor nas costas?
Miraculosamente sumiu...!!!

Tsunami financeiro

Todo mundo está em pânico!
Isso faz sentido?

Será que o dinheiro sumiu? Onde foi parar o dinheiro de quem vendeu toneladas de ações nas bolsas do mundo inteiro nos últimos dias?
Nos bancos, oras!

É o fim do mundo? Vamos voltar a trocar batatas por carne? Quem vive de ganhar dinheiro com negócios financeiros vai plantar mandioca?

Será que dá para parar de ter chilique e pensar um pouco?
Quanto será que vai ganhar quem está se divertindo com esse corre-corre de dinheiro. Porque, eu não duvido que haja um grande número de investidores sorrindo, escancaradamente, com as bolsas tão em baixa... Imagine quanto vão ganhar agora, na compra.

Banco vai deixar de ganhar dinheiro? Claro que não! Banco vive de empréstimos e ciranda financeira. Esse é o negócio deles.
Governos têm que ter pulso firme e tratar de dar um basta nessa brincadeira.
É claro que há um motivo real para alarde, mas não para pânico.
Tsunami é o que surgiu depois que todos ficaram com o espírito fora do centro, trocando e-mails anunciando o fim-de-mundo e grudados nas últimas notícias do mercado e bolsas nacionais e internacionais.
Nem eu escapei disso! Mas, só tempo o bastante para perceber que somos todos uns coitados. Tão cultos e, mesmo assim, somos engolidos pelo comportamento de massa. Uma massa de alto nível, sem dúvida, mas tão prejudicial ao mundo quanto um arrastão, com depredação e saques, que normalmente se segue a qualquer catástrofe.

O melhor a fazer é desligar a TV e Internet por uma ou duas semanas.